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capa dos livros: os fantásticos números primos, sequências numéricas mágicas, estudos de sequências númericas, o triângulo retângulo
Página de estudos de matemática e sequências numéricas

Matemática na História - 261

Matemática na História apresenta descobertas, fatos, curiosidades e o desenvolvimento da Matemática através do tempo, bem como as personagens que contribuiram com os mais diversos trabalhos na Matemática, Geometria, Álgebra, Teoria dos Números, etc.

História Antiga - 4000 a.C. a 476 d.C

Queda do Império Romano do Ocidente

20000 a.C - 18000 a.C. - Ishango

Osso de Ishango

Fronteira entre Uganda e República Democrática do Congo.

Descoberto pelo belga Jean de Heinzelin de Braucourt em 1960.

Estudiosos diz-se tratar de um dispositivo numérico por apresentar colunas com marcações de grupos de números ordenados em pares e ímpares.

4000 a.C. - Babilônia

Escrita Cuneiforme

Tábua de raízes quadradas que permitia resolver rapidamente equações da forma:

x2 + px = q

x2 = bx +c

x2 + c = bx

Problema encontrado em tabuleta:

Qual é o lado do quadrado, se a área menos o dobro do lado é vinte e quatro?”

Resolução: Como a metade de um é meio, multiplique meio por meio, o que dá vinte e cinco centésimos. Some isto a doze, para encontrar doze inteiros e vinte e cinco centésimos. Este número é quadrado de três inteiros e cinco décimos. Agora some a metade de um a três inteiros e cinco décimos, para descobrir que o lado do quadrado vale quatro. (GUELLI, 1992, p. 20).

3000 a.C. - Egito

Hieróglifo

Sistema numérico posicional e aditivo.

Criação de Calendário, de 365 dias, 12 meses e mais cinco dias de festa baseado na cheia do Nilo, o que acontecia após a Estrela Sírius se levantar a leste logo antes do Sol.

2000 a.C - Babilônia

Tábua YBC 7289

Potências e raízes quadradas

1991-1786 a.C. - Egito

Papiro de Kahun (Papiro da 12ª dinastia egípcia )

equação 22 + 22 = k

Séc XVIII a.C. - Babilônia (sul do Iraque - Senkereh - antiga Larsa)

Tablete Plimpton 322

Tabela de argila em escrita cuneiforme com registros da matemática babilônica.

(George A. Plimpton Collection, Universidade Columbia) - ternos pitagóricos

1850 a.C. - Egito

Papiro de Moscovo / Papiro de Moscou / Papiro de Golenishchev

Proprietário Vladimir Golenishchev.

O paprio encontra-se atualmente em Moscou no Museu Pushkin.

Método da Falsa Posição.

25 problemas matemáticos grafados com escrita hierática.

1650 a.C - Egito

Papiro de Rhind / Papiro de Amósis - escrita hierática

Adquirido por Alexander Henry Rhind, de Aberdeen (Escócia) em Luxor, Egito, em 1858.

85 problemas matemáticos: aritmética, frações, áreas, volumes

Escrito por Ahmes???? - ou escrito po Amósis????

Método da Falsa Posição

Frações Unitárias

1600 a.C - Babilônia

Tábua BM 13901 do British Museu

Equações polinomiais

Tábua YBC 4663 ???

Tábua YBC 7289

Tabuleta de argila em escrita cuneiforme com aproximação sexagesimal da raiz quadrada de 2.

A tabuleta foi doada a coleção da Yale Babylonian Collection por J.P. Morgan em 1909.

Otto E. Neugebauer e Abraham Sachs, em 1945, estudaram a tabuleta Tábua YBC 7289.

1500 a.C - Fenícia

Criação do Alfabeto com 30 sinais representando consoantes.

800 a.C. - Pasquistão - província de Sinde

Mohenjo Daro - sítio arqueológico -

Sulvasutras (papiros hindus contendo várias regras inclusive de matemática).

850 e 950 a.C. - ìndia

Sridhara

Enunciou a regra que originou a fórmula atual para a resolução de equações do segundo grau. Após sua descoberta batizou-a como “Fórmula geral para resolução da equação polinomial do segundo grau”.

624-548 a.C - Grécia

Tales de Mileto

Tales é o primeiro personagem conhecido a quem se associam descobertas matemáticas. em geometria, creditam-se a ele os seguintes resultados elementares:

1. Qualquer diâmetro efetua a bissecção do círculo em que é traçado.

2. Os ângulos da base de um triângulo isósceles são iguais. 3. Ângulos opostos pelo vértice são iguais.

4. Se dois triângulos têm dois ângulos e um lado em cada um deles respectivamente iguais, então esses triângulos são iguais.

5. um ângulo inscrito num semicírculo é reto. (este resultado era do conhecimento dos babilônios cerca de 1400 anos antes.) EVES (2004, p. 95) .

580-500 a.C - Grécia

Pitágoras de Samos

Conceito de número irracional por meio de segmentos de retas incomensuráveis.

Demonstração das relações entre os lados de um triângulo retângulo (teorema de Pitágoras), que já era conhecido por babilônicos e egípcios.

Série harmônica

Os ensinamentos na Escola Pitagórica eram orais e não podeiam ser escritos, devia-se guardar segredo.

Aritmética - (arithmos) número, (thecnes) ciência

Distinção entre números pares é ímpares.

A soma de dois números pares é par.

O produto de dois números ímpares é ímpar.

Quando um número ímpar divide um número par, também divide a sua metade.

515 a.C - Irã - província de Quermanxa - monte Beistum.

Inscrição de Behistun

O texto da inscrição é uma declaração de Dario I, escrita três vezes em três alfabetos e línguas diferentes: duas línguas lado a lado, persa antigo e elamita, e babilônio acima delas.

Foi somente em 1598, quando o britânico Robert Sherley avistou a inscrição durante uma missão diplomática na Pérsia por conta da Áustria, que a inscrição reteve a atenção dos estudiosos europeus.

Um oficial do exército britânico, Sir Henry Rawlinson, transcreveu a inscrição em duas vezes, em 1835 e 1843

 

400 a.C - Grécia

Hipasus de Metapontum - Pitagórico

428-367 a.C - Grécia

Arquitas de Tarento - Pitagórico

428-328 a.C - Grécia

Platão - amigo de Arquitas

430 a.C - Grécia

Hipocrátes de Chios

4?? - 428 a.C - Grécia

Anáxagoras

Obra: Sobre a natureza

Professor de Péricles

Tentatica de quadrar o círculo

450 a.C - Grécia

Zeno de Eléa

450-365 a.C - Grécia

Filolaus - Pitagórico

Filolau quebra o silêncio e revela os segredos da Escola Pitagórica.

460 a.C - Grécia

Demócrito de Abdera

460-429 a.C - Grécia - Atenas - Período Áureo

Péricles

Três problemas célebres matemáticos:

1. Quadratura do círculo

2. Duplicação do cubo

3. Trissecção do ângulo

488?-355? a.C - Grécia

Eudoxo - discípulo de Platão

Teoria das Proporções

320 a.C. - Grécia

Eudemos de Rodes - discípulo de Aristóteles

Escreveu uma História da Matemática, esta se perdeu, alguém resumiu esta história que também se perdeu, mas antes de se perder alguém a compilou e antes se perder aparece no Comentários de Próclus (410-485).

280-192 a.C - Grécia

Eratóstenes de Cirene - matemático, astrônomo, geógrafo.

Descobriu a medida do raio e da circunferência da Terra.

Crivo de Erastótenes

Dispositivo número pelo qual é possível exprimir números primos

Séc. III a.C. - Grécia

Euclides de Alexandria

Obra: Os Elementos, composta por 13 livros

Euclides compila conhecimentos e conceitos matemáticos que perduram até os dias atuais:

Números Primos

Números Secundários (compostos)

Números Perfeitos

Números Amigos

Números Figurados

Números Figurados Triangulares

Números Figurados Quadrados

Números Figurados Pentagonais

Números Figurados Hexagonais

Ternos Pitagóricos

Resolução quadrática por Método Geométrico.

Prova dos Números Perfeitos

Se 2k-1 é primo (K>1), então n = 2k-1. (2k-1) é perfeito

Séc. III a.C. - Índia

Manuscrito Bakhshali - numerais hindu

numerais hindu

384-322 a.C - Grécia

Aristóteles

Afirma em Metafísica que para os Pitagórios os números eram a componente última dos objetos e materiais.

Aristóteles dizia que o 2 é o único número par que é primo.

196 a.C - Egito

Pedra Rosetta - incrição trilíngue: grega, demótica e hieróglifa do ano de 196 a.C.

Expedição Napoleônica no Egito, em 1799, descobre a Pedra Rosetta no Porto de Alexandria.

Traduzida por Jean-François Champollion da França em 1822 e Thomas Young da Inglaterra e 1814.

Idade Média - 476 d.C. até 1453

Queda do Império Romano do Oriente pelo turcos-otomanos em Constantinopla.

Sec. I d.C - Grécia

Nicômaco de Gerasa

Obra: Indroductio Arithimetica

Relata os quatro números perfeitos conhecidos: 6, 28, 496 e 8.128.

Sec. II d.C - Índia

Sulvasutras - textos religiosos sobre o uso de cordas em medidas de altares. Nos Sulvasutras o sistema de numeração na base dez já era empregado.

Sec. II d.C. - Grécia

Herón de Alexandria

Resolve a equação x2 + 4x = 896, buscando um quadrado perfeito:

Primeira aparição escrita de um radical de um número negativo é um pouco anterior: ele aparece na Estereometria de Herón, matemático grego do período Alexandrino, publicada aproximadamente em 75 d.c.. Num cálculo sobre o desenho de uma pirâmide aparece a necessidade de avaliar √81−144.

Sec. III d.C. - Grécia

Diofanto de Alexandria

Obra: Números Poligonais,

Obra: Aritmética, composta por 13 livros, dos quais apenas 10 são conhecidos.

Resoluções de equações por métodos algébricos que ficaram conhecidas por Equações Diofantinas.

410-485

Próclus

Comentário sobre o primeiro Livro de Os Elementos de Euclides.

Séc IV. - Índia

Siddhantas - textos sobre sistemas de astronomia, textos que receberam forte influência dos astrônomos de Alexandria.

459 d.C - China

Tsu Chung Chin

Apresenta problema do tipo: “A área de um quadrado (x.x) menos seu lado (x) resultou vinte. Quanto mediu o lado desse quadrado?”

Forma algébrica: x2 – x = 20

476 d.C. - Índia

Aryabhata

Apresenta a equação 6x2 + 100x – 1600 = 0

Possivelmente o primeiro matemático a aplicar processos algébricos à astronomia e geometria.

499 d.C. - Índia

Aryabhata publica a obra Aryabhatiya classificada como um Siddhanta. Seu texto, em verso, descreveu regras de cálculo em astronomia e de medidas em matemática, sem fazer uso de métodos dedutivos.

598-668 d.C. - Índia

Bhamagupta

Operações com números negativos.

(1486-1567) Stifel - chamava dos números negativos de absurdo.

(1501-1576) Cardano - chamava dos números negativos de fictícos.

(1596-1650) Descartes - chamava falsas raízes negativas.

(1540-16030) Viète - rejeitava números negativos.

629 d.C. - Índia

Bhaskara I

Comenta a obra de Aryabhata (os textos originais são em sânscrito e versos) de forma mais simples.

Nos textos se encontram problemas em que há uso do Zero, números positivos e negativos bem como quantidades desconhecidas, expressões aritméticas e algébricas.

662 d.C. - Índia

Sistema numérico hindu constituído por nove símbolos

Severus Sebokt - bispo sírio

Em um texto escrito pelo bispo, ele relata o desprezo demonstrado em seu tempo pelo conhecimento produzido fora do mundo grego, relatava os “valiosos métodos de cálculo” dos hindus e seu sistema numérico composto por nove símbolos.

Séc. VII. - Oriente Médio

Período Áureo da Civilização Árabe

Séc. VII. - Oriente Médio

Papel

Civilização Árabe domina a tecnologia na fabricação de papel.

O papel propiciou a formação e a disseminação de uma cultura da escrita e do livro nas cidades árabes, que passaram a contar com mercados de livros e grandes bibliotecas.

714-775 - Iraque - Bagdá

califa Abu Jafar al-Mansur ou califa Al-Mamun????

Construiu a cidade de Bagdá e a Casa da Sabedoria (Bait al-Hikma).

780-850 - Iraque - Bagdá

Mohammedibu-Musa Al-Khowarizmi/

Abu Abd Allah Mohammed Ben Musa Al Khowarizmi

matemático e astrônomo - considerado "Pai da Álgebra"

Obra: (1) Al-Jabr we´l muqabala

Obra: (2) HisabAl-jabrwa-al-mugabalah

Obra: (3) Al Kitab al- i I if I muhtasarfi hisab al-jabr wa al-muqaba

Breve tratado sobre cálculo para processo de restauração e comparação

Equações do Primeiro Grau.

Equação do Segundo Grau - Método de Completar Quadrados

x2 – 20x = 44

Separou e classificou as equações polinomiais do segundo grau.

O livro De numero hindorum relata a arte hindu de calcular.

A primeira delas é o tratado de aritmética intitulado Livro da Adição e da Subtração segundo o Cálculo dos Indianos. Em seu texto são discutidos o sistema de numeração decimal posicional hindu e as operações feitas nesse sistema, incluindo a multiplicação e a divisão.

Do nome Khowarizmi surgiu as palavras algarismo e algorítmo.

850 e 930 - Egito

Abu Kamil Shuja ibn Aslam ibn Muhammad al-Hasib al-Mirs

Obra: Kitab aljabr wa l-muqabala cuja tradução é O livro completo sobre [o processo de] restauração e comparação, embora hoje em dia seja conhecido por O livro completo sobre álgebra.

850 d.C. - Índia

Mahavira

afirma: "...como na natureza das coisas um negativo não é um quadrado, ele não tem portanto raiz quadrada".

876 - Índia

Aparecimento do Zero

953-1029 - Iraque (Pérsia)

al-Karagi

Matemático de origem persa que viveu e trabalhou em Bagdá.

Atuando na fronteira entre álgebra e aritmética, al-Karagi teve o mérito de tornar o cálculo algébrico independente da geometria.

965-1040 - Iraque - Basra

Alhazen / Ibn al-Haytham

Conhecido também por Alhazen, foi um matemático, astrônomo e médico nascido em Basra, atual Iraque, que viveu e trabalhou na cidade do Cairo.

Obra: Tratado de Óptica, texto inspirado nos trabalhos de Ptolemeu sobre refração e reflexão.

900 d.C. - Índia

Sridhara

Obra: Trisatika

Obra: Patiganita - aritmética e medições.

Séc. IX - Índia

Criação do símbolo do algarismo Zero

Séc. XI - Índia

Sridhara

Equação do Segundo Grau.

1048-1131

Omar Khayyam

Matemático, astrônomo, filósofo e poeta persa, produziu um grande tratado denominado Demonstração de Problemas de al-Jabr e al-Muqabalah, escrito em torno de 1070. Nesse trabalho, Omar Khayyam classificou as equações cúbicas e propôs construções geométricas de suas raízes.

Séc. XI (?-1123)- Irã

Abu 1 Fath Omar Ibrahin al Khayyam - matemático, astrônomo, filósofo, médico e poeta

Obras: Demonstração dos problemas de al gabr e al mugabal, que terá sido escrito em 1074 - o autor desenvolveu a teoria das equações algébricas.

Obra: Comentário aos Elementos de Euclides de 1077.

1130-1180 - Iraque - Bagdá

Al-Samaw’al

O principal sucessor de al-Karagi foi al-Samaw’al, médico e matemático de origem judia que viveu em Bagdá. Sua obra principal se chamava alBahir ou Livro Luminoso da Aritmética. Al-Samaw’al estabeleceu regras algébricas para lidar com expressõs negativas.

1175 -1250 - Índia

Leonardo de Pisa / Leonardo Fibonacci / Leonardo Pisano

Obra: Liber Abaci (1202) - contem grande parte das informações aritméticas e algébricas da civilização árabe.

Cápitulo II - item 11 - há tabela de conversão de frações comuns para unitárias (Os egípcios utilizavam apenas frações unitárias com exceção das 2/3 e 3/4)

Sequência de Fibonacci na qual apresenta o problema do casal de coelhos

Introduz os algarismos indo-arábicos na Europa.

1114-1185 - Índia

Bhaskara II

Obra: Lilavati - aritmética e álgebra

Obra: Vijaganita

Obra: Siddhantasiromani - ano 1150 - astronomia

Obra: Bijaganita - compêndio de aritmética

Obra: Goladhyaya - Teoria da Esfera

Obra: Granaganita - matemática dos planetas

Obra: Siromani - Jóia de precisão),

Obra: Karanakutuhala - Cálculo de Maravilhas da Astronomia.

Equação do Segundo Grau

1380-1429 - Iraque (Pérsia)

Al-Kashi

Matemático e astrônomo de origem persa que trabalhou em Samarcanda (atual Uzbequistãoo). Sua obra mais importante se chamava Chave da Aritmética, uma verdadeira enciclopédia matemática que reuniu todos os avanços em álgebra e aritmética de seus predecessores árabes e se tornou livro de referência para os estudiosos nos séculos seguintes.

????-1429 - Granada

Abu L Hasan Ali Ibn Muhammad Al Qalasadi

Obra: Kasf al-mahgub min ibn ai gubar cuja tradução é Desenvolvimento da Ciência da Aritmética - estudos de resolução de equações.

1400-1468 - Alemanha

Johannes Guttenberg

Invenção do tipos movéis, caracteres avulsos: letras, números, símbolos, etc. que gravados em bloco de madeira ou chumbo e posteriormente rearrumados em uma trama formavam uma matriz de página de livro, periódico, jornal, etc. Utilizando prensa de vinhático poder-se-ia imprimir várias páginas em escala industrial de página impressa contrastando com o trabalho braçal de Copistas.

Guttemberg compôs e imprimiu uma Bíblia em latim de 2 colunas com 42 linhas cada uma.

A invenção dos tipos móveis (tipografia) disseminou-se por toda a Europa, possibilitando o aparecimento de novas profissões como a gravadores, impressores, fabricantes de papéis, fabricantes de tintas, distribuidores de livros, tradutores, etc.,

A impressão em série de textos e obras dos mais diversos estudiosos, possibilitou também a disseminação do conhecimento ainda que restrita a camada nobre das populações.

Idade Moderna - 1453 até 1789

O período compreende o Renascimento, Invenção da Imprensa, Grandes Navegações, Revolução Francesa.

1455-1509 - Itália

Italiano Luca Pacioli

Obra: Summa di Arithmetica Geometria (1494)- apresenta diversos problemas envolvendo a equação quadrática.

1525 - Alemanha

Christoff Rudolff

Cria o símbolo da raiz quadrada.

1540-1603 - França

François Viète - jurista francês

Obra: In artem analyticam isagoge (introdução a arte analítica de 1591)

Equação do Segundo - utilizou letras para representar incógnitas

Introduziu a prática de se usar vogais para representar incógnitas e consoantes para representar constantes

1548-1620 - França

Simon Stevin

Obra: De Thiende (O décimo) de 1585

Forma decimal para representar frações, ensinava como fazer cálculos com números decimais sem utilizar frações.

Contribuíu para o desenvolvimento da equação do segundo grau.

1510-1558 - Inglaterra

Robert Record

Obra: The Whetstone of Witte (1557)

introduziu o símbolo (=) para igualdade.

O primeiro a usar o símbolo (+) tal como o conhecemos.

1543

Stifel

Chama de números absurdos os números negativos

Cardano

Considerava soluções falsas de uma equação os números negativos

1560-1621 - Inglaterra

Thomas Harriot

introduziu o sinal de igualdade: (=), e adotou uma nova notação para as potências das incógnitas, A área → AA, ficando a fórmula da Equação do 2º grau expressa da seguinte maneira: B in AA + C in A + D = 0

1569-1650 - França

Renè Descartes

Obra: Discours de la Méthode (O discurso do método)

Equação do Segundo Grau - utilizou letras para representar incógnitas.

Método geométrico para resolução de Equação do Segundo Grau.

1. Começou a usar o expoente 2 para expressar a área.

2. Substitui in pelo sinal (x), depois (.)

3. Passou a representar as incógnitas de uma equação pelas últimas letras do alfabeto: x, y, z e os coeficientes literais das incógnitas pelas primeiras letras: a, b, c ...

1588-1648 - França

Marin Mersenne

Conjecturou em 1644 que os números: Mp= 2p-1 é primo (p≥1), são primos para 2, 3, 5, 7, 13, 17, 31, 67, 127, 257 e compostos para p>257.

1595-1632 - França

Albert Girard

Obra: Invenção nova em Álgebra de 1629

Apresenta o Teorema Fundamental da Álgebra: "toda a equação completa de grau n tem o número de soluções igual ao seu grau".

Relações Girard

1595-1632 - França

Pierre de Fermat

Número de Fermat: Fn=22n+1

1633 - 1704

John Hudde

Foi o primeiro a usar, em 1657, letras para representar coeficientes que podiam ser tanto positivos quanto negativos.

1698-1746 - Escócia

Colin MacLaurin

Obra: Álgebra de 1748 - teoria das equações do segundo grau de uma forma completa (considera todas as soluções positivas ou negativas), geral (considera todos os casos de uma só vez, sem os dividir em vários tipos) e acessível a todos (com uma linguagem perfeitamente acessível a um público vasto, mesmo sem grandes conhecimentos matemáticos), dando a demonstração algébrica que é ensinada hoje em dia aos alunos do secundário.

1707-1783 - Suiça - Basileia

Leonhard Paul Euler

Equação do Segundo Grau - substituição de variável; ele também fez uso dos seus conhecimentos de sistemas lineares e determinantes

1777-1855 - Alemanha

Karl Friderich Gauss

Obra: Disquisitiones Arithmeticae (1801)

Prova que um polígono de n lados é contrutível com régua e compasso se, e somente se:

n = 2k (2>1)

Conceito de Congruência.

1799 - Egito

Pedra Rosetta - incrição trilíngue: grega, demótica e hieróglifa do ano de 196 a.C.

Expedição Napoleônica no Egito descobre a Pedra Rosetta no Porto de Alexandria.

Traduzida por Jean-François Champollion da França em 1822 e Thomas Young da Inglaterra e 1814.

Séc. XVIII - Inglaterra

Sir John Leslie

Obra: Elements of Geometry

Método Cartesiano para resolução de Equação do Segundo Grau

1803 - China

Chu Shih-chieh

Obra: “Ssu-yuan yú-chien”

Método fan-fan

Equação do Segundo Grau - Método de aproximaçôes sucessivas.

Willian George Horner reivindica o método em 1819.

1817 - Inglaterra

Henry Thomas Colebrooke

Traduziu a obra de Bháskara em torno de 1817.

Idade Contemporânea - 1789 aos dias atuais

1858 - Egito

Papiro de Rhind / Papiro de Amósis - escrita hierática

Adquirido por Alexander Henry Rhind, de Aberdeen (Escócia) em Luxor, Egito, em 1858.

85 problemas matemáticos: aritmética, frações, áreas, volumes, etc.

Escrito por Ahmes???? - ou escrito po Amósis????

Método da Falsa Posição

Frações Unitárias

1870

Rocha de Behistun - descobriu-se que uma narração trilíngue da vitória de Dário sobre Cambises,

decifrada por Fr. Thureau-Daguin da França??? e Otto Neugebauer da Alemanha?????.

1922 - Nova York

Tablete Plimpton 322

George A. Plimpton Collection compra de um vendedor de arqueologia Edgard J. Banks um tabela de argila do Séc XVIII a.C. - Babiônia (sul do Iraque - Senkereh - antiga Larsa)

Tabela de argila em escrita cuneiforme com registros da matemática babilônica.

(George A. Plimpton Collection, Universidade Columbia) - ternos pitagóricos

1930 - Nova York

Tabuleta desenterrada no vale da Mesopotâmia e que data do período entre 1950 a.C e 1600 a.C. Foi confirmado o que muitos matemático já desconfiavam: os Babilônios sabiam resolver equações do 2º grau através de um procedimento que tinha, com pequenas modificações, a fórmula que usamos atualmente.

1945 - Yale Babylonian Collection - Tábua YBC 7289.

Otto E. Neugebauer e Abraham Sachs, em 1945, estudaram a tabuleta Tábua YBC 7289.

1960 - Ishango

Osso de Ishango

Fronteira entre Uganda e República Democrática do Congo.

Descoberto pelo belga Jean de Heinzelin de Braucourt em 1960.

Estudiosos diz-se tratar de um dispositivo numérico por apresentar colunas com marcações de grupos de números ordenados em pares e ímpares.

1963 - Estados Unidos

Jerome S. Meyer

Método Gráfico para resolver equações do segundo grau.

1988 - Brasil

Nelson Tunala - professor do Centro Tecnológico do Exército e do Instituto Militar de Engenhari

Método Geométrico baseado no de Euclides para resolver equações do segundo grau, ele dividiu suas soluções em dois casos: o primeiro, as raízes têm os mesmo sinais; no segundo, as raízes têm sinais contrários.

World Wide Web

1989 - Inglaterra

Tim Berners-Lee - Físico britânico, cientista da computação e professor do MIT, diretor do World Wide Web Consortium (W3C), que supervisiona o desenvolvimento continuado da web.

Criou um software de hipertexto, isto é, programa em que é possível por meio de rede de computadores visualizar imagens estáticas, imagens em movimento, textos e audio instantaneamente por meio do HTTP (Hiper Text Transfer Protocol) e da linguagem HTML (Hiper Text Markup Language).

1991 - Inglaterra

World Wide Web

Serviço mais popular da Internet onde são disponibilizados diversos tipos de informações e conteúdos multimídia em tempo real em páginas virtuais organizadas em WebSites.

A World Wide Web é como uma gigantesca lista telefônica, enciclópedia e dicionário juntos que pode ser acessada remotamente por meio de sofwares navegadores que interpretam as linguagens HTML, CSS, JavaScript e outras.

Matemática na World Wide Web

 

Autor: Ricardo Silva - maio/2019

Fontes Bibliográficas:

Dias, Aluizio Ribeiro; Lima , Cintia Maele Ferreira de; Freitas, Edson Gomes . Uma abordagem nos livros didáticos sobre a Fórmula de Bháskara: Mito e Realidade. Trabalho apresentado como requisito final de Conclusão do Curso de Licenciatura em Matemática a Distância da Universidade Federal do Amapá para obtenção do título de Licenciatura em Matemática. Santana-AP, 2015

Andrade, Bernardino Carneiro de. A evolução histórica da resolução das equações do 2o grau. Tese. Faculdade de Ciências da Universidade do Porto- Departamento de Matemática Pura da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Fevereiro de 2000

Bona, Adriana Conceição de. As dificuldades dos alunas da primeira série do ensino médio com a Fórmula de Bháskara. Monografia .Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC. Criciúma, dezembro de 2006

Domingos, Hygini H. Fundamentos de Aritmética - São Paulo: Atual, 1991.

Milies, César Polcino. Breve História da Álgebra Abstrata. Instituto de Matemática e Estatística Universidade de São Paulo

Mol, Rogério Santos. Introdução à história da matemática / Rogério S. Mol. – Belo Horizonte : CAED-UFMG, 2013. 138 p. : il. (algumas color.) ; 27 cm.

Neto, José Caladas Lemos. Uma Análise da História das Equações do 2o Grau nos livros didáticos. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do Curso de Licenciatura em Matemática a Distância da Universidade Federal da Paraíba como requisito parcial para obtenção do título de licenciado em Matemática. Itaporanga – PB, 2011

Oliveira, Rubens Alves de. Equações do Segundo Grau: Resgate histórico dos seus métodos de resolução. Dissertação. Universidade Federal do Tocantins - Campus Universitário Prof. Dr. Sérgio Jacintho Leonor. Arrais-To,2018

Santana, Lidiane Tavares de. A inserção da história da matemática no ensino da equação do segundo grau. Monografia. Centro de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual da Paraíba. Campina Grande. 2013

Vale, Alberton Fagno Alvino do, As diferentes estratégias de resolução da equação do segundo grau. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, Campus Mossoró, 2013

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